terça-feira, 15 de agosto de 2017

DOIS MUNDOS: Aeroportos da Holanda funcionarão com energia eólica. Brasil mantém suas termelétricas apenas para cobrar bandeira vermelha.

Amsterdam Airport Schiphol

Enquanto o Brasil cria dificuldades para aproveitar a luz do sol e a força dos ventos, a cinzenta China já gera dezenas de vezes mais energia solar que o Brasil, mesmo sem ver a cor do sol direito. Em jogo, 'velhos negócios'.


Haia – Os aeroportos do grupo holandês Schipol – em Amsterdam, Eindhoven, Roterdã e Lelystad – funcionarão exclusivamente com energia eólica a partir de 1 de janeiro de 2018, após um acordo assinado nesta terça-feira entre esse conglomerado e a companhia energética Eneco.
Schiphol assinou um acordo a longo prazo com o fornecedor de eletricidade para que seus aeroportos se alimentem unicamente de energia sustentável gerada na Holanda, informa a agência de notícias holandesa “ANP”.
Os quatro aeroportos usam aproximadamente 200 GWh de energia a cada ano, o que é comparável ao consumo de cerca de 60 mil lares.
O acordo estabelece que a Eneco fornecerá essa energia durante os próximos 15 anos.
Inicialmente, a energia para os aeroportos procederá em parte das fontes de energia renovável existente no país, mas a partir de 2020 serão alimentadas exclusivamente de parques eólicos de outra construção.
“Para a transição energética é crucial que o mundo empresarial, o maior consumidor de energia, abrace a sustentabilidade”, disse o diretor-geral da Eneco, Jeroen de Haas.

Importantes ofertas como a do grupo Schiphol fazem possível que os fornecedores energéticos invistam na geração de energia renovável, como a instalação de novos parques eólicos.

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