sexta-feira, 11 de agosto de 2017

A reforma política anti-Tiririca e anti-agentes 'temerosos' de Brasília.

O eleitor reclama com razão porque se vota em massa num palhaço ou em qualquer celebridade ou milionário e a sobra de votos serve para eleger gente de conduta duvidosa ou desconhecida do eleitor.
O eleitor reclama com razão porque vota num candidato de determinado partido e termina elegendo outro, de outro partido, e desconhecido.
O eleitor reclama com razão porque elege um presidente, governador ou prefeito, e com o afastamento deste, por morte ou mal feito, quem assume é o vice de outro partido. E esta é a usina de problemas maior da nossa política.
O eleitor reclama com razão que os partidos chamados nanicos vendem seus tempos de Rádio e Televisão.
O eleitor reclama que só os candidatos afortunados e com mandato ou muito poder e influência recebem os recursos de campanha.
O eleitor também reclama que muitos candidatos majoritários entram na disputa apenas para se promover, sem nada a apresentar ou defender.
O eleitor reclama com razão de outras falhas na legislação eleitoral em vigor.
Contudo, o brasileiro não está pedindo para que os chefes de partidos e investigados em geral engessem o processo eleitoral e impeçam pessoas sem dinheiro ou sem fama de se candidatar, ou em sendo candidatos, que entrem sem chances de se eleger. Ao contrário, o povo pede renovação e igualdade de condições entre novatos e estrelas partidárias, mandatários de sempre. O povo não pediu o DISTRITÃO DOS GATUNOS aprovado ontem na comissão que analisa a reforma política, com Fundo Partidário de 3,5 Bilhões para investigados gastarem e retornarem, comprando com o nosso dinheiro a tão desejada impunidade que vem com o foro privilegiado.
O Meu Araripe apresenta a simples e direta reforma acima.

FIM DO EFEITO TIRIRICA:
Para evitar que os votos de Tiririca ou de qualquer outro palhaço venham a ser contados para eleição de gente estranha ao eleitor, basta eliminar do Quociente Partidário os votos deste fenômeno que excederem o Quociente Eleitoral. Exemplo: Se o quociente eleitoral obtido numa disputa para deputado for 100 mil votos e o candidato chegar a alcançar 300 mil votos, somente os 100 mil votos do Quociente Eleitoral serão considerados para a formação do Quociente Partidário da sigla daquele candidato, desprezando a sobra de 200 mil votos.

PARA EVITAR QUE  UM PARTIDO AFASTE UM GOVERNANTE PARA SEU VICE ASSUMIR, basta constar em Lei que o vice terá que ser do mesmo partido do titular da chapa.

PARA EVITAR QUE PARTIDOS NANICOS VENDAM TEMPO DE TV E RÁDIO, basta que a Lei anule seus tempos para eleições majoritárias, caso não se lance candidato majoritário, restringindo a divisão do tempo apenas aos partidos com candidatos majoritários.

PARA EVITAR QUE CANDIDATOS SEM CREDIBILIDADE ENTREM NA DISPUTA, basta constar em Lei que 100% do recursos partidários serão usados pelos candidatos a deputado ou vereador. Esta medida basta para que os próprios filiados ao partido com pretensões ao legislativo barrem os ególatras e fanfarrões com interesse em apenas aparecer na TV e se cacifar para barganhar benefícios.

Muito simples. Resta saber se os políticos querem isso.
Que seja na pressão, se não houver boa vontade.


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