sexta-feira, 7 de julho de 2017

São Paulo se defende defendendo Temer; Dória e Alckmin se complicam.



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Dória e Alckmin não querem dividir o governo de um carioca, Rodrigo Maia,  com os demais estados. Por isso Temer ainda não caiu.

Os petistas do Nordeste gostam de usar o mantra de que votar no PT é votar contra São Paulo. É 'ingenuidade' salvadora nas urnas estimulada pelo pai dos empresários, o barbudo. O fato é que São Paulo ficou pouco tempo fora do poder nas últimas décadas. Façam as contas: o carioca Fernando Henrique foi para São Paulo cedo e virou paulista da gema. Governou o Brasil por 8 anos. O pernambucano Lula chegou em São Paulo ainda usando calça curta. Virou paulista do ABC e governou o Brasil por 8 anos de forma direta e mais 6 de forma indireta, durante Dilma. Michel Temer segue com o comando nas mãos paulistas. Balança mais não cai. Se fosse um alagoano como Fernando Collor, teria caído no primeiro empurrão.
Dória e Geraldo Alckmin, prefeito da capital e governador do Estado, os grandes beneficiados no governo Temer, estão tentando enquadrar o cearense Tasso Jereissati que é favorável ao afastamento do paulista Michel. O senador Aluísio Nunes, outro paulista, chegou a peguntar da Alemanha se Tasso quer entregar o governo ao DEM. Mas a pergunta que queria fazer mesmo é se o cearense quer dividir o governo de um carioca com outros estados.

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