terça-feira, 11 de julho de 2017

O Temeroso momento brasileiro

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Maia avisa o próprio Temer que ele pode se segurar na primeira denúncia, mas não resistirá a segunda. A turma que afundou o Brasil vive de momentos assim, adubando o mal plantado.

O presidente da câmara Rodrigo Maia (DEM), segundo a Folha, informou parlamentares em sua casa e o próprio presidente Michel Temer no Jaburu que a situação do presidente é crítica, insustentável. Em letras garrafais, disse o seguinte: Se o senhor não cair agora cai na próxima denúncia. Maia se sustenta na constatação óbvia de que a armadilha dos irmãos Batista tem efeito radioativo e vai abrindo suas feridas malignas com o passar dos dias.  A constatação é obvia: Os políticos que causaram danos ao Brasil durante 13 anos estão se beneficiando do mal que fizeram juntos ao PT e ao próprio Temer e com isso desgastando os políticos que combateram o mal feito. Como o Brasil ler pouco e tem memória curta, o que vale é o teatro na Comissão de Constituição e Justiça e no Plenário, onde imagens são geradas e armazenadas para o pleito eleitoral, quando os pilantras da década perdida preparam o enredo que serve de engodo para os eleitores que saem de casa 5 da manhã e voltam de 11 da noite, sem tempo para se informar.

Se Temer fosse estadista, pediria à base no congresso para que aprovasse a sua investigação. Seria mais digno e mais proveitoso. Passaria seis meses sendo investigado afastado do cargo, enquanto o Brasil respiraria aliviado. Se for inocente, voltará. Se for culpado, será julgado no devido processo legal, como está sendo Lula e será Dilma e seus auxiliares.

UM GOVERNO MAIA
O governo Maia terá de ser de concessões. Concessões à esquerda que parasitou o Brasil, como PDT e PC do B, sócios do petismo durante quase duas décadas. Até parte do PT quer recuperar fôlego financeiro assumindo pastas perdidas. Ou seja: Ninguém sabe o que é pior para o Brasil. O momento é temeroso. O contribuinte não tem sorte.  Por outro lado, num governo Maia, as reformas andariam mais rápido e com racionalidade, a Lava-Jato agiria com mais velocidade e rigor, sem as amarras temerosas do grupo lulista de Temer, e a economia ganharia outro patamar de crescimento, deixando para trás a década de estagnação e desperdício de oportunidades. Chegaríamos a 2018 sepultando o discurso de que Lula é perseguido político de Sérgio Moro. Isto seria um bônus eleitoral sem precedentes. O Brasil precisa se livrar desse vitimismo e assumir seu lugar de destaque no mundo globalizado. O passado é algo a ser sepultado para que as futuras gerações tenham a oportunidade de crescer livre da demagogia, da mentira, do assalto e da violência que vem no rastro dessa destruição de valores monetários e valores morais.


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