terça-feira, 27 de junho de 2017

REFORMA POLÍTICA: Fim das coligações não passa para 2018

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Reforma pra valer só em 2020.

Tudo indica que a primeira campanha em que não haverá coligação será a de vereador, em 2020. Foi o que disse o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, em evento na FIESP, na noite de ontem. Tudo caminha para uma reforma política pífia, que visará tão somente ajeitar uma forma de os políticos com mandato arranjarem dinheiro público para as suas campanhas, e também uma cláusula de barreira para impedir que partidos sem expressão travem o congresso e façam uso dos recursos públicos e também do tempo de rádio de TV, como ocorre atualmente - sempre desviando recursos e vendendo tempo de guia eleitoral.
Portanto, se o presidente Rodrigo Maia, que tanto conhece a casa, está dizendo que esta é a reforma possível, não adianta sonhar com algo diferente. As mudanças serão para prover de dinheiro público as campanhas; cláusula de barreira em 2018; e fim das coligações em 2020.
Salvam-se quase todos em 2018, portanto. Os atuais deputados formarão frentões, dividirão os recursos públicos entre si e, com dificuldade de financiamento das empresas, nada de renovação.

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