quinta-feira, 22 de junho de 2017

Poço de 150 mil litros/hora custa apenas 4 milhões na Chapada do Araripe.

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Dez poços profundos custam apenas 40 milhões de Reais e garantem água para 180 mil pessoas, com 100 litros/dia para cada uma, mesmo funcionando a energia solar por apenas 12 horas/dia.

GARANTIR ÁGUA SIGNIFICA GARANTIR TAMBÉM ENGORDA DE BOI, PORCO. GARANTE FARINHA E GOMA DE QUALIDADE, PRODUÇÃO EM HORTAS, CRIAÇÃO DE FRANGO, PEQUENOS POMARES, FARTURA. IMPEDIR ISSO É FAZER O MAL NEGANDO O BEM.

MAS AINDA HÁ QUEM APLAUDA GOVERNOS QUE ROUBARAM TRILHÕES EM MENOS DE DUAS DÉCADAS, E NESSE MESMO PERÍODO INVESTIRAM BILHÕES EM OUTROS PAÍSES, NEGANDO ÁGUA PARA O POVO MAIS SOFRIDO E AO MESMO TEMPO TRABALHADOR. 

Em apresentação de trabalho técnico no I Fórum de Desenvolvimento do Pólo Gesseiro, o engenheiro Simeones Neri Pereira, CPRM, fez revelações importantes sobre as águas subterrâneas na Chapada do Araripe. Duas chamaram muita atenção: 1) As águas subterrâneas existentes numa profundidade de 700 a 750 metros na chapada do Araripe representam 1/3 das águas que passarão pelo canal da transposição a acusto financeiro astronômico e ambiental considerãvel. 2)  Um poço bem feito, com tecnologia de ponta, revestido de forma adequada e equipado com a melhor bomba, custa apenas 4 milhões de Reais.
Fazendo uma conta rápida, chega-se a 40 milhões de Reais para a perfuração e instalação de 10 poços.
Esta dezena de poços pode gerar oferta adicional de água doce e potável da ordem de 1,5 milhão de litros/hora. Funcionando apenas 12 horas por dia através energia solar, sem custo para o governo ou comunidades, chega-se à oferta de 18 milhões de litros por dia (meio dia de funcionamento).
Se dividirmos 18 milhões de litros por 100 (consumo racional de uma pessoa), pode-se levar água boa para uma população de 180 mil pessoas.
O leitor pode perguntar por qual razão os governos não perfuram poços. Podem perguntar porque insistem em políticas mesquinhas de dominação do eleitor, mesmo com esse estudo em mão e desviando fortunas ou investindo bilhões em outros países. Em se tratando dos governos que passaram a nível federal, a questão era de duas ordens: desviar recursos de programas de distribuição de água e manter o eleitor sob cabresto.
Veremos o que aí está cambaleando e os que virão. Se mantiverem a mesma política e não forem cobrados pelas autoridades locais, podem incluir todos no mesmo balaio de gestores do atraso.
Aparentemente, só o fato de o próprio governo ser instado e  liberar seus técnicos para revelarem publicamente seus estudos provando a viabilidade já prova que algo diferente pode ser esperado.

COBRAR MUITO DE QUEM PODE E TEM
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Mas cabe cobrar. A comunidade assistindo passivamente os dias passarem em nada contribui para mudar esse quadro perverso de dominação e exploração do eleitor.
Cada facção política tem seus líderes com poder em Brasília. Cabe cobrá-los. Quem no momento tem poder, comando o Ministério das Minas e Energias e conta com recursos é o petrolinense Fernando Bezerra Filho. Se ele permanece no governo é porque deve ter raciocinado que pode ajudar o sertão como um todo e não apenas Petrolina.
O outro ministro pernambucano que pode fazer muito é Raul Jungmann, da Defesa. Cabe pressão sobre os dois. Cabe chamá-los aqui e falar olho no olho que cada dia de apoio ao governo Temer tem que ser de muitos resultados práticos para o povo do Araripe e de todo estado.
Não é por acaso que os jornalões de São Paulo enfraquecem presidentes com fatos reais ou com factoides. As forças que eles representam querem governos fracos para impedir queda de juros e outros privilégios mais. Que exijamos apenas água de poço profundo e água do Canal do Serão. É o mínimo que podemos querer para aceitar que nossos líderes deem sustentação a um governo cambaleante. Diferente disso é ser ingênuo ou querer se iludir.

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