sexta-feira, 9 de junho de 2017

Pimentel e Câmara fumam Cachimbo da Paz em Araripina. Um aprende com o outro no quesito reação.

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O governador socialista de Pernambuco Paulo Câmara e o prefeito do município de Araripina Raimundo Pimentel, ex-deputado socialista, fumaram o cachimbo da paz, pelo menos no quesito administração pública. Os dois se juntaram a muitos outros políticos, do Piauí e do Ceará, aos empresários da Casa dos Ventos e curiosos em geral, para o ato inaugural do Parque Eólico 'Ventos do Araripe III', uma sequência de torres eólicas que custou mais de R$ 2 Bilhões e serpenteia os estados vizinhos do Piauí e de Pernambuco. O Presidente Michel Temer não veio. Está cercado de problemas em Brasília e tentando escapar dos argumentos de Herman Beijamim, no TSE. O parque eólico está localizado na chapada do Araripe e em Araripina as torres ficam na Serra do Marinheiro, seguindo vereadas que separam Araripina e Simões (PI).

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Raimundo Pimentel reagiu em tom elevado ao que considerou descortesia do Palácio na visita anterior, quando Câmara veio ao Araripe anunciar obras e coletar demandas para o resto de seu mandato. À época, o prefeito não teria sido convidado justamente para o que mais interessava: anúncio da companhia de polícia independente de Araripina, a ser implantada no Hotel Pousada do Araripe. O tom severo e sem meias palavras do prefeito de Araripina disparou o gatilho do governador, que apanhava e ainda apanha dos próprios aliados, que tramam contra a gestão técnica que vem sendo aplicada no Estado. De lá para cá, implantou-se o método "Cláudio Humberto", do "Bateu, Levou!" e os que tentam desestabilizar o atual governador para tirá-lo da disputa em favor de um OUTRO  nome começam a se revelar. A leitura feita no Palácio, ou pelo menos em parte da cúpula, é que a oposição da forma que está não teria força para impor desgaste constatado nas pesquisas. Se a fórmula 'bateu, levou' vai apresentar algum resultado, ainda é a  grande incógnita. Mas o fato é que Paulo Câmara aprendeu com Pimentel a levantar a voz, mesmo que tenha que falar alto com muitos aliados e apenas com uma moqueca de opositores. Por seu lado, Raimundo Pimentel deve está tentando incorporar um pouco do estilo 'calmão' de Paulo Câmara para enfrentar problemas burocráticos de uma máquina pesada, sem graxa e com pouco combustível.
Boa recepção não significa cooptação. Araripina continua soberana e os gestores do estado e do município certamente vão se afinar para buscar soluções conjuntas para problemas que são conjuntos. É o que a população espera.

ENERGIA, GESSO, FERRO E MANDIOCA - SEM ÁGUA (AINDA) DO SÃO FRANCISCO
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O governador de Pernambuco teve a chance de avistar as áreas de fronteira, cujo solo escondem montanhas de ferro e de gesso, e em cuja superfície brota mandioca e se colhe a raiz que alimenta muita gente, seja seca, seja inverno. A plantação do tubérculo é responsável pela melhor distribuição de renda que acontece nos municípios do Araripe, tando em Pernambuco, quanto no Piauí e Ceará.
Mas, além das impressionantes torres eólica inauguradas pelo governador, há uma montanha de ferro por ser explorada nos municípios vizinhos de Simões e Curral Novo, e talvez com baixa incincidência em Araripina, entre Gergelim e Nascente, por onde a Transnordestina corta o município. Nas proximidades citadas, a água do São Francisco ainda não corre. Mas a força dos setores gesseiro, do ferro e do parque eólico certamente quebrarão a letargia e nossos novos líderes lutarão pelo Canal do Sertão (VER AQUI) contemplando os dois estados, mais a Bahia, a partir de Sobradinho. Os ecoxiitas vão alegar que a água é pouca, que o lago entra e sai do volume morto. Cascata. Balela de quem se alimenta da miséria humana e defende os bichos do fundo dos oceanos. Basta interligar o Tocantins ao São Francisco e gerar segurança hídrica. O parque eólico e os parques solares já estão provando que a água deve ser usada apenas para consumo humano e animal, e algumas plantações racionais, e também par atrair muita empresas para desenvolver este que é o Novo Eldorado à espera de uma voz.
Paulo Câmara e Raimundo Pimentel devem buscar parcerias no Piauí e na Bahia para juntos sonharem grande e juntos fazerem o bem maior acontecer.
Briga pública fica como 'direito' reservado aos ministros do TSE e STF, que usam a TV para se exibir, para curar feridas infantis e para desestabilizar e desmoralizar o País.


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