quinta-feira, 25 de maio de 2017

No resto do mundo seria terrorismo. No Brasil é ação revolucionária.

A imagem pode conter: pessoas em pé, céu e atividades ao ar livre
A imprensa Fake News continua tratando tudo com naturalidade. Está também acuada e querendo espalhar fumaça da despistar os tolos, depois que caiu um de seus ícones, o badalado Reinaldo Azevedo, apanhado nas gravações da Lava-Jato apoiando golpes contra o judiciário. Isso tem nome: Terrorismo. 

Quem paga a conta é o cidadão que trabalha e tem descontado no contra-cheque ou nas guias de recolhimento o imposto salgado e sagrado. Alegam os vândalos e seus incentivadores que esse é um bem público e se é público pode ser destruído. Não importa se foi construído com sacrifício, e que é oba do maior arquiteto da história do País.
Já o carro abaixo, também depredado, não é de Temer nem de Lula, nem de Dilma ou Renan Calheiros. É de um trabalhador, bastando ver o modelo e zelo do dono.
Na Europa, seria ato de terrorismo. No Brasil, é livre exercício da cidadania. "Ação revolucionária' de esquerda. O que esse pessoal quer é o direito de rasgar a constituição e votar antecipadamente nos mesmos bandidos que acabaram de saquear e quebrar o Brasil.
O Brasil já passou por isso ao não permitir que João Goulart assumisse na condição de vice e concluísse o mandato delegado pelo povo ao renunciante Jânio Quadros. Por trás do agitador que ateia fogo no patrimônio público, há sempre os chefes maiores, inclusive políticos e empresários contrariados pelas investigações que financiam centenas de ônibus para transportar, para lá e para cá, os arruaceiros profissionais. Há também uma minoria que vive no privilégio ora ameaçado que também recruta os descontrolados de sempre para agir em nome da 'ação revolucionária'. E há os sãos de mente e corpo, que agem apenas por acharem que estão do lado certo, na hora certa e com a arma certa.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, carro e atividades ao ar livre
Especialistas da área de medicina psiquiátrica precisam ser escalados com mais frequência para explicar as condutas humanas. Sobretudo tentar informar se há diferença substancial entre alguém que destrói e mata em nome de Alá e os que fazem a mesma coisa em nome de Lulalá ou de qualquer outro que se apresente como sujeito messiânico.


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