domingo, 21 de maio de 2017

Jantar com Temer: Fedor de queimado ou estamos enganados?

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Outros tempos: Aí reinava a alegria que hoje não reina mais.

O 'grande jantar' que o ainda presidente Michel Temer ofereceu à sua base aliada no congresso não deu gente para foto de um pique-nique. Sinal de que o angu deu caroço, com certeza. Por enquanto, Michel repete Dilma: "Não renunciarei!". Para ser igual, só falta a saia e as gorduras a mais. A desconexão entre a fala e os fatos é total. Até a vontade das ruas de ver o País respirar é igual. Percebe-se aí o quanto o ex-presidente Lula era mesmo caprichoso na escolha dos postes sem vida para colocar no lugar para o qual planejava voltar com quatro anos - e Dilma teimou mas não deixou, com a bênção do Senhor.
O Meu Araripe conversou com três políticos da capital que sentiram o clima em Brasília. Unanimidade entre eles: Temer deve renunciar logo. Se não o fizer, não passará do dia 6 de junho, quando o TSE julgará a chapa Dilma/Temer.
Quando deputado e senador prefere ficar nas bases e recusa jantar com presidente é porque a coisa desandou. Temer é experiente e deve mudar de ideia. A não ser que prefira sair do cargo via TSE, pelos pecados de Dilma, o que evitaria sua renúncia, que significaria, no caso, uma confissão de culpa. Pretende morrer como Lula e Dilma: "Não sei, não vi, não foi na minha frente - FOI GOLPE!".

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