segunda-feira, 8 de maio de 2017

Banco do Brasil de Araripina piora o atendimento que já era péssimo.


O Banco do Brasil de Araripina já prestava um péssimo serviço e piorou ainda mais com os recentes ataques a agências de cidades vizinhas. Se a carga sobre os funcionários era grande, agora dobrou. O semblante dos dois caixas que restaram é de quem adormeceu e continua de pé, conduzidos apenas pela obrigatoriedade de permanecer no emprego. É um massacre. É uma escravidão moderna que a Delegacia do Trabalho precisa passar para ver e o PROCON  tem  o dever de conferir, este em nome da população que espera além do permitido nas filas.
De cinco funcionários que trabalhavam nos caixas, quando a população já reclamava, agora restam apenas dois 'escravos modernos' do sistema financeiro.
Nos terminais do primeiro piso, rara é a vez que um cliente chega para encontrar um terço deles funcionando. Mas não se lastime. O que é péssimo tem chances de piorar. Em conversa com um dos dos funcionários do banco,  não é apenas a diminuição questionada do quadro de funcionários que complica o atendimento. Segundo ele informou, problemas de aumento da demanda contribuem para as alongadas filas. Além de Araripina, Simões, Marcolêndia e cidades próximas do Piauí, agora a agência de Araripina está atendendo clientes de Ipubi, onde a agência foi arrombada, Salitre e até do Araripe, no Ceará, onde uma outra agência  também foi arrombada. Para completar, está ocorrendo violação dos caixas com técnicas requintadas de estelionato, já identificadas pelo sistema de segurança, que fazem os terminais com biometria paralizarem, provavelmente para facilitar o serviço nos caixas sem controle de biometria. Isto quer dizer que todas as máquinas terão que ser trocadas por outras com biometria, o que vai aumentar o tempo de espera nas filas, em decorrência da demora para leitura de dedos de agricultores,  nem sempre de fácil coleta.

CÂMARA DE VEREADORES PODE AJUDAR
A câmara de vereadores de Araripina, com CDL e quem mais se dispuser, podem e devem realizar uma audiência pública, convocando Ministério Público, Ministério do Trabalho, acionistas, usuários, comerciantes em geral e clubes de serviço, a fim de ouvir gerente e superintendente regional,  para deles arrancarem compromisso. É preciso aumentar o quadro de funcionários e melhorar o funcionamento dos terminais. Por outro lado, a câmara deveria comunicar à sociedade da existência de alguma lei municipal definindo tempo máximo de permanência nas filas ou, em não havendo, aprová-la.

RECONHECIMENTO
Não há que se culpar funcionários. Eles são tão vítimas quanto a clientela. A cara de enfado acumulado já é motivo de reconhecimento. Banco trabalha com metas cada vez mais difíceis de cumprir. Eles tentam. O banco quer lucro. Eles têm que apresentar.

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