terça-feira, 21 de maio de 2013

Ouviu atentamente? Se não ouviu não leia.

Cheguei a um ponto de 'murcha permanente' das esperanças no Brasil. Voltei a acreditar no País depois que os 'bolsistas' da Bolsa Família quebraram o protocolo e o 'trato', indo atrás de seus 'direitos'. Se você não ouviu o 'professor' abaixo, ou se ouviu e não entendeu, é muito provável que esteja entrando no blog errado. Acho aconselhável você ouvir outras opiniões acerca de seu QI. 'Maínha' e 'paínho' costumam criar superdotados ilusórios onde habitam suas crias. Não estou mais interessado em escrever minhas besteiras para quem não está convencido do que pensa ou não entende o que está implícito. Acho que é hora de depurar, filtrar.
Antes de continuar discordando de mim, recomendo que ouça novamente o vídeo abaixo ou que mude de hábito matinal. Não estou chutando o traseiro de leitor, mas apenas alertando que mudei de ideia sobre o Brasil em menos de 24 horas. Bastou um episódio para que isto acontecesse. E foi justamente o episódio que 'preocupou' as autoridades. Eu explico. Mas continuo achando que você deve  ouvir o vídeo abaixo para me entender melhor.

Oito anos de FHC, oito anos de Lula e dois de Dilma. Este é o longo período de domínio mental, de quebra dos valores, de destruição da família e de emburrecimento do País. A derrota de FHC e a revolta dos bolsistas, 'felizmente',  provam que este plano também falha.

A tentativa de destruir os valores vem de longe. FHC perdeu uma eleição à prefeitura de São Paulo por negar Cristo e também por defender a legalização da maconha. Num lance de ousadia e esperteza, espalhou dinheiro e usura com o Plano Real e comprou a maioria, chegando a se eleger presidente da República. Também manteve bigamia sob as barbas da imprensa. FHC, contudo,  teve a dignidade de preservar a imprensa livre. Sob Lula e sob Dilma, o poder central vem tentando destruir os principais alicerces da democracia. Só não contava com uma pedra que ele mesmo colocou no STF, que se chama Joaquim Barbosa. Lula banalizou a corrupção, manteve uma "Rose" com dinheiro do contribuinte, tentou e tenta destruir a justiça e a oposição e  reduziu à metade (por enquanto) a importância do mérito para ingresso na Universidade. Sob Dilma, avança tudo que é pecado segundo os valores Cristãos.  Sem detalhes, pois Feliciano diz tudo. FHC sempre volta da Europa com mais um título de onde brotará um semelhante para Lula. E sempre volta falando de maconha, forma mais cretina que encontra de se aproximar da juventude e dos elementos nocivos, e também de dominá-los mentalmente, ou pelo menos não perder o 'link'.

Eis que, quando tudo parecia dominado, quando iam-se as últimas esperanças no futuro do País, os bolsistas, justamente os bolsistas, emitiram o sinal de que não é bem assim e de que a cartilha pode ser falível. Foi por isto que postei o vídeo abaixo e dei um tempo. Foi por isto que não falei nem postei fotos da Caixa Econômica arrombada em vários pontos do País, inclusive na pacata Araripina.

Posso até está errado, mas acho que ainda não conseguiram emburrecer completamente o povo brasileiro como eu e muitos outros acreditavam. Acho que não vão conseguir fazer com que milhões de jovens se contentem apenas com uma mísera bolsa, que vem com o vírus que anula o futuro das pessoas.

Animo-me ao  achar que a tentativa de domínio mental das massas ainda não foi possível nas bandas do Sul. A apertada vitória fraudulenta do chavismo na Venezuela prova que nem lá isto foi possível. Não serão médicos cubanos nem bolivianos que, receitando suas 'ervas' e espalhando um discurso maniqueísta  conseguirão empobrecer ainda mais a nossa cultura e anular as nossas chances.

A reflexão ainda prevalece neste blog. Ando me perguntando se vale a pena defender alguma bandeira nacional, se todos vêm da mesma linha de montagem política. Dilma é filha da guerrilha comunista e de Lula; Aécio é neto de Tancredo e 'afilhado' de FHC; Marina é petista rejeitada e Eduardo Campos é também do mesmo campo de ideia.
Continuo esperançoso com o último. Ele deu demonstrações em Pernambuco. Também lembro que lá no passado o seu avô Miguel declarou o seguinte: "O meu PMDB não é o PMDB de Tancredo". É nisso que estou apostando, embora não saiba ao certo qual era o PMDB de Tancredo.

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