sexta-feira, 8 de março de 2013

Poços e convívio inteligente

Atrás de uma seca histórica sempre ficam dois rastros: um de destruição e outro de conquistas.
Em 1993, quando houve a pior até aqui - pois não havia adutora do Oeste, a então prefeita Dionéa Lacerda investiu pesado em poços e barragens, deixando quase trezentos poços e cacimbas e mais de cem barragens. O rastro de destruição, além da frustração de safras, foi a proliferação de doenças diarreias, visto que muita gente sem noção usava água imprópria, inclusive da barragem do Cavalete, onde havia vibrião colérico.
Em 2012/2013, a frustração da safra de mandioca já é certa e a de milho e feijão está a caminho, caso não chova mesmo que pouco nos próximos dias.
Mas, em compensação, virão os poços. O prefeito Alexandre está conseguindo verba para perfurar 15 profundos que servirão às vilas mais adensadas, onde serão instalados sistemas simplificados de abastecimento. Também está recuperando antigos poços que foram abandonados pelas administrações passadas.
Que esta sirva de exemplo para que os poços construídos agora e os antigos não sejam mais abandonados pela administração e pelas comunidades. E, de preferência, que sirvam para convívio inteligente om a seca.

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