sexta-feira, 1 de março de 2013

"Ajuntamento" mostra as fendas a partir do Rio

Em mais uma ofensiva contra a candidatura do senador Lindbergh Farias (PT) ao governo do Rio de Janeiro em 2014, o PMDB pressiona diretamente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante jantar oferecido ao petista na quarta-feira em seu apartamento, no Leblon, o governador Sérgio Cabral avisou que não abrirá mão de lançar o vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) à sucessão estadual.
Em entrevista à Rádio CBN e ao jornal “Extra”, o presidente regional do PMDB, Jorge Picciani, chamou Lindbergh de moleque e o PT de calhorda. Os petistas reagiram: o presidente regional do PT, Jorge Florêncio, chamou nesta quinta-feira Picciani de desclassificado.
Cabral e o PMDB não vão parar com os ataques contra Lindbergh. Nessa estratégia, deverão atingir a ex-governadora Benedita da Silva (PT). Em 2002, ela era vice-governadora e assumiu o cargo no lugar do então governador Anthony Garotinho, que disputou à Presidência. Os peemedebistas pretendem usar a sua base aliada na Assembleia Legislativa para bater na administração de Benedita e relembrar casos como a rebelião de Bangu 1, chefiada pelo traficante Fernandinho Beira-Mar.
Também serão vasculhadas possíveis irregularidades cometidas por Lindbergh quando ele era prefeito de Nova Iguaçu. O atual prefeito da cidade, Nelson Bornier (PMDB), era ex-desafeto de Cabral, de quem se reaproximou em 2012. O PMDB também não descarta citar o mensalão.(O Globo)

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