quarta-feira, 13 de março de 2013

A SECA, AS DUAS PALAVRAS MÁGICAS E A PALAVRA DE ORDEM: INTREDITAR BR.


Não adianta político fazer discurso bonito e inflamado. O que o sertanejo precisa é de ação. A ação resume-se a duas palavras mágicas: Poço e Canal do Sertão.
Já que Dona Dilma, a 'malvada', decidiu que é seu ofício  desestabilizar Eduardo Campos, vamos tirar proveito disso e pressionar fechando estradas para que a presidenta envie máquinas perfuratrizes para os municípios do Araripe. Poço acima de cem metros é uma das palavras mágicas, desde que perfurados em regiões próximas aos riahos, podendo ser aprofundamento dos poços de 40 a 60 mestros já existentes, onde a energia já está no pé do furo.
O Canal do Sertão é a verdadeira obra de redenção. Não só para servir água de beber, mas para irrigar as melhores terras agricultaveis do Estado. Ela teve seu projeto todo preparado na era FHC, mas o governo Lula decidiu erradicar a pobreza distribuindo esmola, escalando a classe média trabalhadora para pagar a conta. Resumindo numa palavra, podemos dizer que o Canal do Sertão transforma todas as cidades por ele beneficiada em novas Petrolinas.

VAMOS FECHAR AS ESTRADAS?
Não esqueçam que FHC começou a construir a Adutora do Oeste mediante pressão, deixando de concluir logo em seguida. Jarbas Vasconcelos, por sua vez, assumiu a obra através do Estado e a trouxe até Araripina. Portanto, pressionar, emparedar, constranger se for preciso é o caminho.
Nós, formadores de opinião e cidadãos livres, temos muito a fazer pelas massas desvalidas e sem poder de pressão. A seca está castigando e maltratando, mas algum benefício terá que trazer. É preciso que agora lutemos por poços e pelo Canal do Sertão, para que  possa entrar na pauta principal de Eduardo Campos como obra de emergência, para a qual se dispensa licitação. O governo Federal bate récordes de arrecadação e o canal tem preço irrisório comparado à gastança com a Copa e Olimpíadas. Já quanto aos poços, é preciso perfurá-los na perpectiva de garantir que no futuro nossos rebanhos não serão dizimados como foram na estiagem 2012/2013. Poços que suportem plantio de capim e sustentem o rebanho com água em períodos secos também é a garantia que o Banco precisa para financiar a recomposição dos planteis perdidos.

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