segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Um curto fevereiro e uma longa reforma administrativa

Janeiro já se foi. Fevereiro já começa a ser engolido pelo relógio. Antes disso o relógio já engoliu o período de transição administrativa. A reforma administrativa idealizada pelo prefeito Alexandre Arraes, pelo visto, ainda não coube toda dentro do papel oficial.
O que se ouve falar é que a equipe de transição, em sua maioria, também era a equipe do Tenente Coronel, sua excelência o interventor. Esta, pelo visto, não cuidou de preparar a Reforma Administrativa, esperando um convite importante do prefeito eleito. Todos foram convidados, e, também aparentemente, a parte da equipe que não pertencia ao coronel fez algo que a equipe interventora não concorda.
Alexandre Arraes parece ser mais educado e paciente do que se imagina. Mas, pelo visto, logo  terá que dizer quem foi que ganhou a eleição e quem é que manda. E, de quebra, dizer o jeito que quer que seja feito para que possa governar como prometeu e como pretende.
É claro que onde há muitos anéis reluzentos há sempre muito brilho e por trás as vaidades. Só mesmo o prefeito que entrou em casa de taipa pelos fundos, e os vereadores que com ele pediram votos e se elegeram, conhecem o cheiro do monturo e quando ele começa a queimar sem mostrar fumaça. 

SOBRE FEVEREIRO, este é um mês de carnaval. Indo a reforma redondinha agora, logo amanhã, poderá tramitar celeramente e ser votada depois do carnaval. Do contrário, só na semana santa.

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