quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Sem repetição: Sóoobrio!

Nunca gostei de utilizar técnicas de repetição. Na verdade, rejeitei emprego de bancário antes de virar o que quase sou, lá nos anos 80, justamente porque não tolero repetir tarefas à exaustão, indefinidamente. Quem entrou na mesma época não aguentou a motonia e caiu fora. Quem ficou arranjou a companhia de doenças que atacam os nervos dos braços de tanto contar dinheiro dos banqueiros. Acho que eu estou certo e não sou o errado.
Quando decidi entrar na política, 'certa vez', dava nos nervos saber que algumas palavras teriam que ser repetidas em discursos.  O número e o 'mantra' são obrigatórios. Mas sempre fui disciplinado, até para ouvir a repetição de discursos dos outros.  Faz parte.
Neste carnaval, quem me salvou foi a TV por assinatura. Até parece que não há carnaval fora do Brasil. Naquele 'mundo atrasado' que fica do outro lado do Atlântico ou do Pacífico as pessoas pulam menos e não conseguem ficar tão diferentes na festa de Momo. Vai ver que é falta de cultura.  O que eles sabem fazer bem é filme e documentários. Coisa de gente que não evoluiu, eu acho. "Caceteiro" mesmo é o povo brasileiro.

VOLTANDO À CIVILIZAÇÃO
Globo, Band, SBT e até a TV do Bispo 'se acabam' na folia. É uma overdose  de fantasia. Outra coisa não passa. O Brasil é uma fantasia. Renan Calheiros, que recebeu férias da imprensa, está dando risadas a esta hora, e inclusive do Papa, que não aguentou sequer um 'sequestro' de documentos  por um de seus homens de confiança - Assim dizem por lá.
Por falar em Papa, o próximo deve ser de Alagoas. Só assim saberá enfrentar a oposição, com ou sem 'rabiscos' em mãos estranhas.
PERNAMBUCO está em evidência, tanto na folia quanto na política. Na falta de um tucano que sirva para o gasto, a imprensa do Sudeste adotou o neto de ARRAES. Somente Eduardo Campos conseguiu quebrar a hegemonia dos blocos de carnaval nas editorias dos grandes jornais no período momesco. Uma coluna fala da Mangueira e a vizinha fala de Eduardo Campos. Outra coluna fala da Portela e a vizinha fala de Eduardo. É um homem de sorte. Vai terminar sentando na cadeira que foi de Lula, esta mesma que Dilma não gosta de usar. Cem em cada cem repórteres estão de caso com o governador de Pernambuco, numa explícita ''chifrada' no neto de Tancredo Neves. Nenhum profissional da imprensa consegue perdoar Aécio pela sua fraqueza. Como sabem, todos querem um opositor forte fazendo e se articulando para encher as colunas diárias. Aécio não gera fatos sequer para as colunas sociais das revistas semanais.  Enquando Eduardo é a notícia, ele é a ausência dela.
Viva Pernambuco!
Como gosta de cantar a turma mais enraizada no arraesismo: "Madeira que cupim não rói".....
Sóoobrio!

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