segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Na rede, em Minas.

Com todo o respeito que merece o falecido ministro Fernando Lyra, a sua biografia não é motivo de artigo de segunda-feira, na Folha de São Paulo, escrito por um presidenciável que prometeu que, depois do carnaval, "viria quente". No máximo uma nota de rodapé.  Aécio Neves continua desconectado da militância que ainda pulsa, aquela mínima militância que deu ao PSDB um legado de 44 milhões de votos na eleição de 2010.

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