terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Serra no páreo por outro partido é a notícia quente do pós Eduardo


Depois do encontro de Eduardo Campos com Dilma neste início de ano, na capital do berimbau, voltou ao noticiário, com força e com consistência, o nome de José Serra como alternativa ao PT de Zé Dirceu.
Serra foi largado pelo PSDB à própria sorte, na disputa pela prefeitura de São Paulo, da mesma forma que foi largado nas duas disputas presidenciais. No ninho tucano, é grande o ciúme de políticos velhos e novos, que enxergam em Serra a mudança de verdade, aquela que não interessa a aecistas nem a FHC, que insiste em defender o seu legado, sem aceitar que alguém faça melhor.
Jose Serra é esperado no PPS e em outras siglas pequenas. Não tendo tempo para criar um novo partido e não podendo contar com o PSD que ajudou a fundar, a alternativa é um partido nanico. Partido não tem voto no Brasil, visto que na situação quem tem voto é Lula e na oposição o nome lembrado é o de Serra. Com ele no páreo, e com mais dois nomes do tamanho de Marina Silva também disputando, a eleição vai para o segundo turno. Neste momento, espera-se que o Brasil acorde.
Quanto a Serra, vale salientar que ele é mais útil ao Brasil no momento do que foi (e muito) nos duros tempo de chumbo, quando a ditadura militar silenciou quase todos, restando, além de Serra, alguns poucos e bravos, a exemplo de Ulisses, Tancredo, Montoro, Jarbas e Vilela. Hoje a oposição está de joelhos e os poucos que restam na trincheira não têm espaço nos partidos. Ver Jarbas e Serra.

Nenhum comentário:

Postar um comentário