segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

O PT roendo as estruturas e o candidato do PSDB passeando.

Já que o PSDB está tendo a coragem de buscar um discurso que enfrente o agravamento dos problemas econômicos, é bom que o partido se organize para isso. Hoje, por exemplo, em sua coluna na Folha, Aécio Neves ergue loas ao seu famoso "choque de gestão" de Minas Gerais, um tema completamente desgastado e sem nenhuma credibilidade, já detonado pelo PT em campanhas anteriores. Ao mesmo tempo, o Estadão publica uma reportagem escandalosa: o governo petista deixou, de 2012 para 2013, cerca de R$ 200 bilhões de "restos a pagar". É um orçamento paralelo e um truque contra a transparência pública, deixando o governo longe de qualquer controle do Congresso. Leia aqui. O que uma coisa tem a ver com a outra? Simples. Aécio Neves propôs, em 2011, uma emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias para impedir exatamente este estratagema. Ou pelo menos amenizá-lo. Leia aqui. Aécio Neves não deveria deixar artigo tapa-buraco na Folha e se mandar para o exterior, para recarregar as baterias. Se quer ser presidente do Brasil, precisa estar presente e atento, criando pauta em vez de correr atrás dela

Nenhum comentário:

Postar um comentário