quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Apagões na capital do gesso

'Apaguinhos' seguidos é coisa muito pior do que um apagão programado, daqueles que o governo anunciava previamente no passado. Àquela época, o PT apelidou José Jorge de 'minstro do apagão', apenas porque o governo tratou com seriedade a pouca oferta de energia e programou os desligamentos de forma a causar menos transtornos.
Agora, com o PT no poder, a coisa é diferente: Muitos apaguinhos que somados somam um tremendo apagão e um prejuízo monumental. Com um agravante: A presidente era a ministra encarregada de resolver o problema. Ou seja: Oito anos no ministério e dois na presidência. Presume-se que nem honestidade da parte da dona Dilma podemos esperar. As térmicas que regulam a oferta em caso de racionamento já estão à todo vapor e nem assim o sistema funciona bem. Investimentos? Só onde podem tirar a maior 'mesada': Jirau e Belo Monte, que ficarão prontas daqui cem anos.
Enquanto isso, a terra do gesso não consegue completar suas fornadas e os prejuízos se avolumam. No comércio que funciona informatizado, o transtorno é de pelar o dono. Nem as lavanderias escapam, pois podem manchar roupas que ficam mais tempo com sabões descolorizantes. E tem um agravante: Culpam a CELPE por tudo que é problema nas torres de transmissão da CHESF. Ou seja: A imprensa que come na mão do governo finge que critica, pois falar da CELPE corresponde a ir se queixar ao Papa por problemas religiosos que ocorrem no mussumano Afeganistão.

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