sábado, 8 de dezembro de 2012

Padroeira não mereceu ruas limpas


A procissão de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Araripina, será com ruas sujas mesmo. Nenhum auxiliar mais próximo ao interventor teve coragem de informá-lo da importância desta data. Talvez por isso ele não ordenou faxina na cidade, ou pelo menos nas ruas principais, por onde passarão os fiéis em caminhada e devoção. Para quem enfrenta problemas respiratórios graves, ou crônicos de garganta, é melhor não arriscar, esperando no pátio da igreja mesmo. A poeira vai subir. Se chover, a lama dará na canela.
Mas ainda há tempo. Basta conhecer o roteiro e ordenar uma rápida vassourada, seguida de mangueirada para baixar o pó. O interventor poderia pedir um 'pipa-regador' emprestado à empresa que constrói a estrada de Rancharia.

E NO NATAL?
Se Nossa Senhora não teve força suficiente na prefeitura e as ruas continuam sujas na sua festa, em Araripina, espera-se atitude diferente do atual gestor  no Natal e virada de ano, datas celebradas no mundo inteiro. No final de ano, muita gente da capital passa alguns dias por aqui. Comecem a mandar suas mensagens de cobrança, pois a Flamac é quem diz como e quando faz. Aliás: diz que não faz e fica por isso mesmo. Jesus Cristo tem poder e vai provar, mas exerçam cidadania para não comprometer a alegria da volta.
Escrevam aí: Este será o fim de ano mais sujo de toda a história de Araripina. Já que será sujo, que seja com lama de chuva. Terá um lado positivo: Lembraremos nossos dias de criança passando de propósito pelas ruas do Barro Vermelho e também pelo beco do Avelós. Não existe diferença alguma. Até atolar atola.
Feliz Natal!

Agradecimento
Quem cobra e é atendido, agradece. Desde que seja educado. É o que fazemos agora. O interventor mandou tapar o buracão perigoso da esquina do China em Casa, na José Barreto Alencar. Também ouviu nossa queixa e conseguiu o furo de vários poços na zona rural castigada pela seca. A César o que é de César. Não falo de imposto.  Falo do viagra prometido.


JUSTIFICATIVA
Sou sempre cobrado pelo fato de não postar fotos mostrando a poeira, a buraqueira, o lamaçal, a feiura que está Araripina. Justifico com um argumento simples: Não tenho coragem de expor ao ridículo aquela que amo. Mais ou menos pelo mesmo motivo que não admito morar em outro lugar com melhores oportunidades. Aqui estamos para aqui lutar. Aqui ficamos para aqui mudar.
 

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