quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A carne é fraca - e duvidosa.

A conversa 'da moda' é a qualidade da carne servida nos açougues e frigoríficos de Araripina. Repousa nos birôs próximos ao interventor um robusto relatório sobre o tema. Fotos impublicáveis dos abatedouros clandestinos de Araripina afastam até as moscas de perto do churrasco. Tive acesso mas vou poupar o leitor. É vergonhoso também.
Fala vai, fala vem; mosca vai, mosca vem; mais páginas nos relatórios, e até mesmo um agente da Vigilância Sanitária se manifestou sobre o caso, que afirma ser velho e grave. Tudo isto nos blogs da cidade, aos olhos das autoridades.
A impressão que fica é que o interventor é vegetariano ou ainda não leu os relatórios nem viu as fotos. O mesmo pode ser dito sobre os promotores da cidade. Do contrário, a caneta já tinha sido acionada faz tempo.

REVISÃO
Chega e este blog a informação de que o Ministério Público já obrigou as autoridades locais a assinarem um Termo de Ajustamento de Conduta. A data para o 'ajustamento' não foi revelada. Até lá, fica o consumidor local correndo o risco de degustar boi com brucelose.

Secretário vem aí
Ranilson Ramos, secretário responsável pela liberação de recursos para a construção de matadouros, estará em Araripina no próximo dia 8 de novembro. Já deveria ser apresentado ao pior que temos em se tratando de 'matança' de animais para consumo humano. É uma boa forma de conseguir verba para construir o matadouro principal.


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