quarta-feira, 7 de novembro de 2012

A nova câmara, as brigas distritais e o futuro presidente

O futuro presidente da câmara de Araripina poderá até ser eleito tendo méritos. Mas não será exatamente por mérito que ele se elegerá. A eleição se baseará em três alicerces:
1) Recompensa por perdas de espaço no poder central;
2) Gratidão
3) Exclusão
1 - A recompensa poderá ser vista como forma de suprir perdas numa eventual formação de novo governo. Ou mesmo nos cortes que estão sendo feitos pelo intrventor, cujos atos moralizadores Alexandre Arraes não poderá desfazer, sob pena de tomar a mesma dirção e destino que Lula Sampaio tomou.
2 - A gratidão poderá ser em virtude de quem chegou primeiro, ou quem aceitou entrar no partido do prefeito quando ele ainda não tinha calda nem musculatura.
3 - A exclusão é imposta pelos vereadores experientes e atuantes dos distritos.  Evilásio não aceita votar em Edvaldo, assim como Aurismar não aceita votar em João Dias. Via de regra, são estes os dois nomes de situação que fariam contra-ponto a Luciano. Mas, se nem Edvaldo e nem João Dias trazem votos da oposição, apenas a 'ameaça' de Humberto Filho poderia alterar a marcha. Neste caso, este precisaria contrariar muita gente arregimentando sete votos. Por enquanto, dizem que teria o de Tico de Roberto e o de Divona. A confirmar.
Este (acima) é o dicurso que está na praça. Mas o fato é que Alexandre Arraes conta com 11 vereadores aliados e não precisa da oposição para eleger a mesa diretora. Todo iniciante em política sabe disso.

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