terça-feira, 23 de outubro de 2012

Reclamação geral, com ella nas alturas

É difícil entender o povo brasileiro. É impossível entender nossos políticos. Enquanto a 'presidenta' quebra todos os municípios pequenos e médios, sua aprovação (encomendada ao IBOPE) está nas nuvens. Só não ultrapassa a barreira dos 100% por ser impossível. Mas bem que Carlos Augusto Montenegro daria um jeito - por alguns milhões de Reais (a menos) nas contas das prefeituras.
Sobre o tema, Inaldo Sampaio narrou assim, na sua coluna de hoje:

Os prefeitos Fernando Urquiza e Adelmo Moura, dos municípios de Sirinhaém e Itapetim, respectivamente, ora concluindo o 2º mandato, disseram ontem no Recife que jamais haviam passado um aperto tão grande em seus 8 anos de gestão. É que o FPM caiu vertiginosamente nos últimos 6 meses devido à política adotada por Dilma Rousseff de fazer filantropia com o chapéu alheio. Ela reduziu o IPI dos automóveis e dos produtos da linha branca para segurar os empregos em São Paulo.
E, com isto, quebrou metade dos municípios brasileiros que têm no FPM a sua principal fonte de receita. Os prefeitos em final de mandato estão literalmente com as mãos na cabeça porque não sabem de onde tirar recursos para fechar as contas do mês de dezembro antes de passar o b bastão para os seus sucessores. As associações municipalistas bem que deveriam liderar um protesto contra isto. Mas não se tem notícia de que a Amupe tenha tomado qualquer iniciativa neste sentido.
Coincidentemente, os dois prefeitos deram o mesmo depoimento sobre a saúde financeira de seus municípios, um localizado no Sertão e outro na Zona da Mata Sul: ambos só não estão pior devido à reforma no ICMS feita pelo governador Eduardo Campos dois anos atrás, que consistiu em tirar recursos dos municípios que mais arrecadavam em benefício dos que tinham receita mais modesta. “Se não fosse isto, muitas prefeituras já teriam fechado as portas”, garantiu Adelmo Moura.

O QUE NINGUÉM ousa é questionar essa aprovação extraordinária, superior até mesmo à do seu criador, o Lula.


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