sexta-feira, 14 de setembro de 2012

NINGUÉM É DE FERRO E HOJE É SEXTA: My Way


Precisei ouvir outra vez. Divido com vocês. É combustível.
Considere que estou pedindo que ouça e leia a tradução.
Considere que me espelho nela.
Considere que estou pedindo que apresse o passo e redobre a luta nesta reta final.
Considere que estou pedindo que entenda o meu jeito e que, se me aceitar como eu sou, e desejar que aconteça o que pretendo fazer de forma diferente, vá a dez semelhantes e fale da necessidade de admitir 'naquele' dia o meu jeito de ser, transformando tudo isso em mais luta a partir de 2013.
A estrada é longa. As conquistas precisam ser socializadas. Sofre todo aquele que tenta mudar o curso das coisas. Mas vale apena expor as 'feridas'. São elas, todas elas, a prova da nossa existência e do nosso jeito de ser. "As marcas provam. Eu levei as pancadas, e fiz tudo do meu jeito"
"E para que serve um homem, o que ele possui?
Senão ele mesmo, então ele não tem nada
Para dizer as coisas que ele sente de verdade
E não as palavras de alguém de joelhos"


Meu Jeito
E agora o fim está próximo
E portanto encaro o desafio final
Meu amigo, direi claramente
Irei expor o meu caso do qual estou certo

Eu tenho vivido uma vida completa
Viajei por cada e todas as rodovias
E mais, muito mais que isso
Eu o fiz do meu jeito

Arrependimetos, eu tive alguns
Mas aí, novamente, pouquíssimos para mencionar
Eu fiz o que eu devia ter feito
E passei por tudo consciente, sem exceção

Eu planejei cada caminho do mapa
Cada passo, cuidadosamente, no correr do atalho
E mais, muito mais que isso
Eu o fiz do meu jeito

Sim, em certos momentos, tenho certeza que tu sabias
Que eu mordia mais do que eu podia mastigar
Todavia fora tudo apenas quando restavam dúvidas
Eu engolia e cuspia fora

Eu enfrentei a tudo e de pé firme continuei
E fiz tudo do meu jeito

Eu já amei, ri e chorei
Cometi minhas falhas, tive a minha parte nas derrotas
E agora conforme as lágrimas escorrem
Eu acho tudo tão divertido

E pensar que eu fiz tudo isto
E devo dizer, sem muita timidez
Ah não, ah não, não eu
Eu fiz tudo do meu jeito

E para que serve um homem, o que ele possui?
Senão ele mesmo, então ele não tem nada
Para dizer as coisas que ele sente de verdade
E não as palavras de alguém de joelhos

Os registros mostram, eu recebi as pancadas
E fiz tudo do meu jeito



Frank Sinatra

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