quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Candidato da educação e divisão da base


A eleição presidencial de 2014 marcará o fim da unidade das esquerdas no Brasil, algo que ocorreu com Lula nas disputas. Cristóvam Buarque é só um dos dez que entrará no páreo. O PMDB fará o mesmo, o PSB e o PC do B da mesma forma. A eleição será em dois turnos, provavelmente entre Eduardo Campos (que agregará mais, inclusive com apoio de Aécio Neves) e Dilma Roussef (que deverá ficar isolada no ABC Paulista).


Com o aval do PDT, o senador Cristovam Buarque (DF) visita capitais e rincões nas campanhas para consolidar bases, a fim de se lançar candidato à Presidência em 2014, informa Leandro Mazzini, na sua coluna Esplanada. No fim de semana, ele passou por 10 cidades de Santa Catarina. Recentemente esteve no Rio, Florianópolis, Recife, Caruaru e hoje vai para Fortaleza. Apesar da incerteza da conjuntura daqui a dois anos, o senador anima-se por dois motivos. Saiu lapidado pela experiência da candidatura ao Planalto em 2002. E Carlos Lupi, que manda no partido, está rompido com a presidente Dilma.
Quem ciceroneou e bancou Cristovam em Santa Catarina, até com viagens de helicóptero, foi o presidente do PDT local, Manoel Dias, braço-direito de Lupi. Cristovam tem sido cortejado por candidatos do PT, PMDB, PR e outros, das coligações com PDT. Já fez 250 gravações de rádio e TV, e existem outros 60 candidatos na fila.

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