quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Um bom combatente é sempre perseguido. Eu sempre combati ao lado do bem e respondo a processos por isso.

Faria tudo outra vez se necessário fosse
Resposta a mais um ataque rasteito
Durante dez anos Ronaldo  Lacerda editou o Jornal Voz do Sertão. Durante esse período, combateu os males da política local e regional, acumulando ameaças, chantagens e também processos. No mesmo período, defendeu aquilo que considerava correto. Num determinado momento, as forças conservadoras se juntaram  na tentativa de silenciar o Jornal Voz do Sertão, única voz que se levantava contra as forças dominantes e abria espaço para o contraditório; única voz de oposição. Na verdade, silenciar o jornal Voz do Sertão correspondia a silenciar Ronaldo Lacerda. Tentaram. Não conseguiram.
O jornal só encerrou as suas atividades quando o editor entendeu que sua missão estava cumprida. O editor saiu de cabeça erguida, mas acumulando processos descabidos, muitos deles 'nascidos' para intimidar e hoje caducos por falta de embasamento.
Restam dois. Um que já prescreveu sem que houvesse condenação, por falta de provas - pois o Jornal Voz do Sertão só narrava fatos verídidos. O outro, podem rir, pois sobram motivos. Ele é fruto de uma aposta feita na eleição de 2000. A aposta  foi perdida, e como perdedor, eu paguei.  Mas as forças quiseram que a aposta virasse..... ESTELIONATO. Fizeram a justiça perder tempo com uma aposta, enquanto males reais criavam raízes.
Repito. Eu era um combatente através do Jornal Voz do Sertão. Também era um militante político ativo. Acharam que me ameaçando,chantagiando e processando,  eu me intimidaria , e que o jornal deixaria de existir. Foram às últimas consequências para me intimidar, silenciar. Não conseguiram. Até hoje levo a um grande público informações e opiniões.
Agora, com mais uma eleição em curso, forças ocultas se juntam na tentativa de me silenciar, e talvez na tentativa de atrapalhar o meu projeto político. Vão perder tempo. Minha vida é um livro aberto.
Sou honesto e íntegro, e não abro mão das minhas convicções. É perda de tempo tentar silenciar o Meu Araripe. Não conseguiram silenciar o Voz do Sertão que era de papel. Não conseguirão silenciar este veículo que é virtual.
Exercerei o meu direito de ser candidato plenamente. Disso eu não abro mão, pois quem não é candidato em sua plenitude não pode ser um parlamentar digno do voto que recebe.  Aceito todos os desafios. Coloco meu rosto. A luta está só começando.
Eu estou aqui de pé, de cabeça erguida, combativo, certo de que cumpro a minha missão, que é, de um lado,  jogar luz sobre os males da sociedade em que vivemos; e de outro, apontar soluções eficazes para os problemas reais que enfrentamos, sempre buscando inovar, renovar.
O guia eleitoral vai começar muito em breve. Terei tempo de sobra para falar de minhas propostas e, se necessário, contar em detalhes parte da historia de Araripina.
O tempo do PMDB é do seu candidato. O candidato do PMDB sou eu. Fica assim entendido.
Sei que parte da nossa sociedade não aceita que a luz penetre pelas janelas que encobrem os problemas reais. Mas alguém precisa se apresentar para cumprir essa missão. Sei que serei novamente perseguido, maltratado, para delírio daqueles que planejam manter a maioria distante do poder, e sem acesso às informações e conteúdos que de fato interessam.

Nenhum comentário:

Postar um comentário