domingo, 8 de julho de 2012

Sem tempo, mas com alma e coração.

Saindo cedo e chegando tarde. Assim estou nos últimos dias. Vou tentar me equilibrar 'na corda' para não deixar a peteca cair. Enquanto não me reprogramo e reservo parte do cérebro dedicado apenas à 'escrita mental', vou usando aqui parte do que leio e gosto nos grandes.
Gostaria que entendendessem isso e que soubessem que gasto pouco tempo para escrever, quando posso me dedicar à mentilização e processamento prévio. Na normalidade, escrever vira apenas um ato mecânico, pois o cérebro programa antes. Agora, estou mentalizando modos de convencer com firmeza, algo bem diferente da forma direta que uso aqui. Isto também é parte da aula de sociologia que vivo. Prometo um dia escrever um livro sobre as observações que venho fazendo sobre tudo isso que estou vivendo.
Por exemplo: Sexta à noite, já exausto em função de assuntos de cartório, tive que me esforçar, que lutar muito, para fazer uma coisa extremamente simples: produzir num estúdio um pequeno áudio - Fica isto tudo restrito a essa longa aula de sociologa que vivenciamos e que vai até sete de outubro.
Depois, somente no sábado, descobri a razão, que fica implícita.  Se você só ouviu a propaganda de Ronaldo Lacerda e a de Bringel Filho no último sábado, não culpe os demais candidatos. Eles tentaram. Eu só consegui porque já conheço à fundo esse mundo e passei com o meu 'pequeno trator' por cima dos obstáculos. Também não culpem candidatos majoritários. Por incrível que pareça, eles não podem perceber certas sutilezas. Têm que se ocupar com o grosso da campanha. Mas é esta a razão da minha insistência para lançar chapinhas que protejam aqueles que ainda não tiveram oportunidade na política.
É uma guerra, meu irmão. Prometo descobrir e contar o que leva algumas pessoas a tamanho despojamento.

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