sexta-feira, 6 de julho de 2012

Quatro partidos saíram sozinhos na disputa de vereador

Quatro partidos políticos de Araripina marcharam só na eleição municipal, após não se entenderem na hora de formar coligações. São eles: PC do B, PTB, PDT e PRB, que havia se coligado com o PC do B, mas este ficou impedido de somar força tanto na proporcional quanto na majoritária.
O que alguns candidatos que fizeram tal opção não levaram em conta foi o número de concorrentes e, sobretudo, o volume de votos que poderão ser destinados a adversários com altíssima e alta densidade eleitoral, o que pode reduzir drasticamente o voto em nomes ainda pouco conhecidos, o que inviabiliza a obtenção de votos suficientes para atingir o quociente eleitoral.
Entre chapinhas e chapões, foram registradas OITO coligações, sendo três ligadas a Alexandre Arraes (Renovar é Preciso, Renovando com o Povo e União por Araripina); três ligadas a Socorro Pimentel (nomes ainda não anunciados); uma ligada a Dr.Cácio e uma mista, com candidatos ligados a Alexandre Arraes e Dra. Socorro.
Isto implica dizer que haverá um rateio nunca visto  e uma poluição visual intensa, impedido desta forma a necessária fixação pelo eleitor de nomes que porventura tenham condições políticas e intelectuais de se destacar. Ou seja: pouco voto para muitos candidatos. Ontem, com o Cartório Eleitoral já fechado oficialmente, era enorme a aglomeração de pessoas que certamente vão se esforçar para romper a bareira do desconhecimento entre a massa de eleitores, saindo assim da esfera de amizade sincera e parentesco.
Pelo que se desenhou com a formação das chapinhas e do chapão do PSB, haverão, no mínimo, cinco SOBRAS ELEITORAIS. Provavelmente, duas ou três coligações sequer chegarão ao número mínimo de votos para eleger o primeiro candidato, aumentando assim o número de sobras para aquelas que romperem a barreira do quociente.
A coligação que superar a marca de 5.800 votos certamente elegerá 3 representantes, preenchendo uma das sobras. Se ocorrer de três ou quatro coligações não romperem a barreira do quociente eleitoral, o que será tentado pelas maiores coligações.  Isto implica dizer, desde já, que a coligação com maior sobra elegerá DOIS VEREADORES apenas com a sua sobra.
A guerra começou. Aquele que não soube fazer contas ou fechou os ouvidos na hora de dialogar, terá que lutar mais a partir de agora.
À luta, companheiros.

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