quarta-feira, 4 de julho de 2012

Pode entrar

O clima da campanha na zona rural é bem diferente do da cidade. Lá, as pessoas são mais curtas e diretas em suas resposas e também na forma de mostrar o que sente. O que eu faço agora, como candidato, é sondagem, para saber como avançar melhor na minha candidatura linkada com a do candidato a prefeito. Quero casar 100%, se possível for, só respeitando os casos extremos de indisposição entre partes. A minha esposa, Soraya, na companhia de pessoas com larga experiência em tática de campanha, a exemplo de Clarice, estão percorrendo os sítios e serras.
A equipe está voltando impressionada com o desequilíbio que poderá ser esta eleição. É grande a decepção com o resultado do pleito de 2008, quando muitos apostaram alto. Este cenário se reforçou com o retorno de  Lula Sampaio, visto que Alexandre havia implantado aquele modelo ensinado na palestra por Eduardo Campos.
Ontem, em cerca de 20 casas, amigas e conhecidas, ou não, a  primeira frase, quando o assunto política era colocado à mesa, era a seguinte: "É do 40? Pode entrar!.
Este é o sentimento. Podem colocar pesquisa no campo. Podem colocar caixa de papelão. Podem fazer o que quiserem. Engana aquele cadidato simples, que foi levado a cometer atos impróprios, quem quiser ou não gostar dele. As pessoas que o influenciam já foram devidamente 'filmadas'. Ele, se bem pensar, chama um amigo de fora e manda andar pela zona rural, pela periferia.   Pede para que fale de  política sem identificação e apenas espere o cheiro de repelente.
A frase tem duplo sentido: Pode entrar.

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