quinta-feira, 12 de abril de 2012

Araripina retoma sua rota de desenvolvimento





É preciso que o governador do estado tenha afeição pelo município. É preciso que tenha simpatia e gratidão, que enxergue seus aliados, e que os respeite.
Assim fazia Jarbas. Quando o peemedebista foi governador, Araripina se impôs. Fez chegar grandes obras, como Centro Tecnológico, Adutora do Oeste, Agência do Trabalho, Estrada de Crato, e por aí vai. Jarbas fez de Araripina a cidade pólo. Tratou como polo, ao que chamava de Região de Desenvolvinto Araripina. Seu secretariado ouvia o povo e definia as ações. Fazia isso ouvindo as lideranças locais e os aliados históricos, dando o crédito sempre ao povo. Ou seja: "Para o povo, com os aliados".

Araripina volta a respirar, e a se impor. Hoje, aqui estará um secretário de estado para assinar ordem de serviço visando a reforma e melhoria do Mercado Hortigranjeiro. Também inaugura a iluminação da Avenida de acesso pela Artesa. Dia 11 de maio, o próprio governador virá à capital do gesso, ou capital do Araripe, para assinar ordens de serviço e anunciar um grande pacote de obras, que envolve asfalto de estradas, duplicação da perimetral e uma série de obras de grande impacto social.

Está claro que existe uma confiança do governador Eduardo Campos em seu aliado que ocupa o cargo de prefeito. Está claro que existe sintonia e respeito mútuo. Isto é bom para Araripina. Isto é bom para o povo. E é bom para Alexandre Arraes, que se firma como candidato do seu grupo e como fonte de confiança em dias melhores. Araripina viveu grandes momentos hisróricos, de grandes realizações. Teve seus momentos de baixa, de depressão. Mas, aparentemente, isto vai ficando para trás, e os bons ventos estão de volta.
Somos araripinenses de corpo, alma e coração. Torcemos pelo melhor. Torcemos para que as coisas dêm certo para todos.
Nossa luta continua. Nossa independência para escrever e expor divergências está preservada. Prova disso são as cobranças por água e por médico aí ao lado, de forma definitiva, mesmo sabendo que houve melhoras, desde que Valmir Lacerda aceitou o convite para assumir a secretaria de saúde. Mas a nossa cobrança continua, apesar de incomodar. É nosso dever. Como editor, preciso ter liberdade para contrariar interesses. Já como político que imagino ser,preciso ser leal e determinado. Mas, de um jeitoou de outro, lutarei para me manter autêntico, e sobretudo defensor das causas abandonadas pelos que se acovardam, ou se acomodam, depois que atingem seus interesses próprios ou satisfazem suas vontades individuais. É para contrariar essa lógica perversa que luto.
A nossa linha editorial será mantida, mesmo que o editor tome decisões políticas que o coloquem em cima de um palanque, onde possa expor para multidões o seu pensamento e diante de muitos defender suas ideias e ideais. Mas a genética é imutável, ela não degenera.
O que não posso, não quero e não faço, é fechar os olhos para as verdades. Não posso negar que houve avanços. Se assim o fizer, serei atropelado pelos fatos e prederei a razão. Verdade é o meu combustível. É de emoção que se alimenta a minha 'caneta', mas não posso viver apenas da emoção de criticar com facilidade. É preciso ser justo. Verdadeiro e destemido eu sempre fui.
Percebam que estou tentando me adaptar a uma nova realidade municipal. Percebam que não é fácil. Mas, se não sou de gesso, será possível encontrar uma formula que preserve a minha essência e agrade aos leitores sempre fiéis que buscam aqui algo diferente do que lêem por aí. Estou sendo sincero. Está difícil ser editor, ser político e ser parente de homens do (e no) poder.

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