quinta-feira, 29 de março de 2012

Fim da prostituição, hipocrisia ou perseguição a um ex-líder nas pesquisas para disputar a presidência da França?

Mensagens de celular mostram como DSK organizava orgias


Considerando que Europa e EUA estão repletos de cabarés e prostitutas, fica estranho o noticiário sobre Dominique.
O Globo
Transcrições de mensagens de celular obtidas pelo jornal "Le Monde" revelam detalhes de como o ex-chefe do Fundo Monetário (FMI) Dominique Strauss-Kahn organizava, junto a um empresário francês, festas com mulheres em cidades como Paris, Washington e Bruxelas.
Foi por essas festas que na última segunda-feira a Justiça da cidade de Lille, no extremo Norte francês, abriu uma investigação formal contra Strauss-Kahn e Fabrice Paszkowski, o empresário com quem ele trocava as mensagens. Os dois são suspeitos de "cumplicidade em prostituição organizada".
DSK, como é conhecido, garante que não sabia que as mulheres presentes nas festas eram prostitutas, como mostra o resumo da investigação obtido também pelo "Le Monde". O político diz que "não pergunta sobre a vida privada das pessoas".
Nos SMS — milhares segundo o jornal — ele trata as mulheres por "garotas", "amigas" e "meninas". Numa mensagem de julho passado, chega a usar a palavra "material": "Quer vir comigo e com o material descobrir uma magnífica e sem-vergonha discoteca de Madri", escreve a Paszkowski.
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