terça-feira, 6 de março de 2012

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Obras do Parque Olímpico do Rio custarão R$ 1,4 bi


Projeto do Parque Olímpico Foto: Divulgação


Luiz Ernesto Magalhães, O Globo
As obras de infraestrutura do futuro Parque Olímpico — principal instalação esportiva das Olimpíadas de 2016 — devem começar em 60 dias.
A previsão foi dada pelo Consórcio Parque Olímpico 2016, formado pelas construtoras Norberto Odebrecht, Andrade Gutierrez e Carvalho Hosken, que disputou sozinho a concorrência da parceria público-privada (PPP) organizada pela prefeitura para viabilizar o projeto no terreno hoje ocupado pelo Autódromo Nelson Piquet.
O resultado foi homologado ontem. Na terça-feira, representantes do consórcio serão apresentados a integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI), que estão no Rio monitorando os preparativos.
O edital de licitação prevê 80% das demolições este ano. Mas o cronograma de intervenções deve depender de um acordo prévio com a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). No sábado, a CBA obteve no plantão do Judiciário uma liminar exigindo o cumprimento de um acordo firmado com a União e a prefeitura em 2008.
Pelo acordo, o autódromo atual só pode ser fechado quando um novo circuito for construído. A área escolhida para o novo autódromo fica em Deodoro, mas ainda não há previsão de quando as obras vão começar. O estado — que gerenciará a obra — ainda negocia com a União o repasse dos recursos para o projeto sair do papel.
— A CBA não é contra as obras, mas quer garantir a manutenção de uma atividade econômica da qual dependem pilotos, fornecedores e patrocinadores. E temos um calendário de provas fechado para o autódromo, de abril a novembro — disse o diretor jurídico da CBA, Felipe Zeraik.
O secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Paulo Carvalho Teixeira, disse que o prefeito Eduardo Paes vai se reunir com a direção da CBA para negociar a liberação da área.
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